E quando não mais houver cidade? Que horas passará aquele ônibus?
- Ônibus?! Pai, o que é um ônibus?
Será? Será mesmo que essa revolução que nos estamos desenhando vai acabar fazendo nós mesmos sofrer? Sentiremos então a falta de coisas simples que hoje sequer olhamos?
Ahh sei lá! O amanhã a Deus pertence, mas podemos aqui deste ultrapassado presente fazer uma futurologia apenas por diversão , não podemos?
Bem olhar para a frente é muito fácil mas escrever seria estranho pois cada um de nós tem sua própria imaginação e desenharia um mundo diferente.
Então como podemos imaginar esta tal revolução?
Simples; vamos olhar para trás e ver onde estamos. Acredito que a minha geração e a de todas as pessoas que convivem comigo; e isto inclui você dos 15 aos 75 seremos lembrados eternamente como a geração da transição.
Eu sinto muito orgulho e um pouco de medo, por perceber que somos a geração de despedida da passagem definitiva para o mundo moderno, digital, plugado, sem fio, em altíssima velocidade.
Vamos brincar na chuva? Aquele velho futebol entre poças dágua. E aquele esconde-esconde, hein? Quanta habilidade. Que tal jogarmos taco, cela, garrafão, ping pong, pastelão, policia e ladrão, entre outros?
Vivemos na plena e invisivel transição. Quando piá lembro-me que telefone fixo tinha fila de espera. Agora há celular touch que acessa internet em qualquer lugar. Ah...sim sem cabos, sem internet discada, nada disso. Nada de telefone ocupado. E o tal de video game, aquele bom Atari com o clássico River Raid. Era bom mas era um segundo plano para os dias de chuva extrema, pois minha geração nunca trocaria correr uma rua para jogar um video game.
As crianças nascidas de 2000 pra cá já terão muita dificuldade de entender por que é melhor correr na chuva atrás de uma bola ao invés de jogar um video game sem controles com o movimento do corpo que simula futebol, no conforto do lar.
Somos os verdadeiros ricos de nossa geração, pois somos os únicos a possuirem as habilidades exclusivas da década de 40 com as principais novidades de 2020.
Sim brincamos na rua, escrevemos a mão e na máquina de escrever. Tivemos provas com aquele cheiro delicioso do mimeógráfo. Acompanhamos o crescimento das telecoms, o nascimento e expansão da baby Internet.
O conhecimento hibrido que carregamos hoje será algo extremamente raro em um futuro não muito distante. Ou você consegue ver pessoas hoje sem celular, internet, tv, carros e dezenas de coisa que a modernidade trouxe? Não?
Nossos avós viveram sem isso, e nós também. Hoje nós sabemos como se manda uma carta para aquela menina linda, ou um e-mail para aquela gata. Não é?
Ahh você não tá lendo isso no jornal impresso, na carta, ou na prova do mimeógrafo ou está? A riqueza de nossa geração está em nosso extremo conhecimento e é definitivamente imensurável.
- Ônibus?! Pai, o que é um ônibus?
Será? Será mesmo que essa revolução que nos estamos desenhando vai acabar fazendo nós mesmos sofrer? Sentiremos então a falta de coisas simples que hoje sequer olhamos?
Ahh sei lá! O amanhã a Deus pertence, mas podemos aqui deste ultrapassado presente fazer uma futurologia apenas por diversão , não podemos?
Bem olhar para a frente é muito fácil mas escrever seria estranho pois cada um de nós tem sua própria imaginação e desenharia um mundo diferente.
Então como podemos imaginar esta tal revolução?
Simples; vamos olhar para trás e ver onde estamos. Acredito que a minha geração e a de todas as pessoas que convivem comigo; e isto inclui você dos 15 aos 75 seremos lembrados eternamente como a geração da transição.
Eu sinto muito orgulho e um pouco de medo, por perceber que somos a geração de despedida da passagem definitiva para o mundo moderno, digital, plugado, sem fio, em altíssima velocidade.
Vamos brincar na chuva? Aquele velho futebol entre poças dágua. E aquele esconde-esconde, hein? Quanta habilidade. Que tal jogarmos taco, cela, garrafão, ping pong, pastelão, policia e ladrão, entre outros?
Vivemos na plena e invisivel transição. Quando piá lembro-me que telefone fixo tinha fila de espera. Agora há celular touch que acessa internet em qualquer lugar. Ah...sim sem cabos, sem internet discada, nada disso. Nada de telefone ocupado. E o tal de video game, aquele bom Atari com o clássico River Raid. Era bom mas era um segundo plano para os dias de chuva extrema, pois minha geração nunca trocaria correr uma rua para jogar um video game.
As crianças nascidas de 2000 pra cá já terão muita dificuldade de entender por que é melhor correr na chuva atrás de uma bola ao invés de jogar um video game sem controles com o movimento do corpo que simula futebol, no conforto do lar.
Somos os verdadeiros ricos de nossa geração, pois somos os únicos a possuirem as habilidades exclusivas da década de 40 com as principais novidades de 2020.
Sim brincamos na rua, escrevemos a mão e na máquina de escrever. Tivemos provas com aquele cheiro delicioso do mimeógráfo. Acompanhamos o crescimento das telecoms, o nascimento e expansão da baby Internet.
O conhecimento hibrido que carregamos hoje será algo extremamente raro em um futuro não muito distante. Ou você consegue ver pessoas hoje sem celular, internet, tv, carros e dezenas de coisa que a modernidade trouxe? Não?
Nossos avós viveram sem isso, e nós também. Hoje nós sabemos como se manda uma carta para aquela menina linda, ou um e-mail para aquela gata. Não é?
Ahh você não tá lendo isso no jornal impresso, na carta, ou na prova do mimeógrafo ou está? A riqueza de nossa geração está em nosso extremo conhecimento e é definitivamente imensurável.
Eu, um saudosista penso ou quero que o passado foi ou tenha sido melhor. Mas como seria viver sem tudo isso?Nao sabemos!Como já escreveu, somos a geraçao da transiçao.
ResponderExcluirAquela geraçao era mais saudavel, essa informada.
Muito bom texto!
Eduardo.
Bravinho,
ResponderExcluirQue belo texto e meus Parabéns pelo blog. Ótimas idéias, agora ao acesso de todos, serei um seguidor insaciável deste blog, ficou muito legal. Grande Abraço.
André Trindade.
E aí Bis... parou... deixou os leitores na saudade???
ResponderExcluirAbraços
Augusto